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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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WC portátil e ecológico

Mäyjo, 27.01.17

casa de banho_a

A vila flutuante de Prek Toal, no Camboja, está a colocar o poder natural de filtro das plantas das zonas húmidas ao serviço da população, retirando os contaminantes presentes nos seus esgotos. Desde sempre que as vilas flutuantes no lago Tonle Sap enviam os dejectos humanos directamente para a água, mas a bactéria tem causado várias doenças na população e nos animais que fazem de Tonle Sap o seu habitat – entre elas a cólera, diarreia ou simples náuseas.

 

Prek Toal é uma das 200 vilas flutuantes do lago, que é casa para mais de 100.000 pessoas. A pequena vila encontra-se totalmente depende do lago: as suas escolas, casas, mercearias e até a esquadra de polícia são flutuantes.

Até agora, a maioria da população utilizava o lago como casa de banho, mas o cenário está a mudar. Estão a ser construídas casas de banho flutuantes que irão manter o local saudável com a ajuda das plantas nativas, que irão filtrar os resíduos antes de os fazer regressar ao lago.

Desenvolvida pela Wetlands Work, a casa de banho envia todos os resíduos humanos para uma espécie de casulo que contém plantas como hiacintos, que têm os microrganismos necessários para embeber os resíduos das toxinas na água. Estes micróbios poderosos podem limpar a água até 99,999999%, retirando bactérias como a E. Coli sem utilizar químicos.

As Handy Pods – assim se chamam as casas de banho – podem também ser feitas a partir de materiais locais, sem custos ou impacto ambiental. Financiado pelo Grand Challenges Canada, o projecto da Wetlands Work está a ser trabalhado em parceria com o WaterAid Cambodia.

 

 

 

CAMBOJA: PLANTAS DAS ZONAS HÚMIDAS AJUDAM A FILTRAR DEJETOS HUMANOS

Mäyjo, 01.07.15

casa de banho_a

WC portátil e ecológico

 

Proteja o planeta que nos fornece

Mäyjo, 23.06.15

Ruos Sophy e sua família vivem numa casa flutuante no lago Tonle Sap, um grande lago interior do Camboja.

Eles dependem do peixe que apanham para se alimentar e fornecer uma pequena empresa, gerida por Sophy, que produz pasta de peixe fermentado para os mercados locais. Quando as populações de peixes no lago Tonle Sap começaram a diminuir, os seus meios de subsistência ficarm em risco.

Programas de conservação internacionais no Camboja estão a abordar as questões difíceis de como restaurar o peixe que foram devastados como resultado do desenvolvimento - e também ajudando Sophy e seus vizinhos a lidar com a situação.

Assista ao vídeo para ver como estas famílias locais estão a ser ajudadas a melhorar suas vidas.

 

Video Still - Sophy

UNIÃO EUROPEIA PROÍBE IMPORTAÇÃO DE PEIXE PROVENIENTE DE PESCA ILEGAL DO BELIZE, CAMBOJA E GUINÉ

Mäyjo, 21.04.15

União Europeia proíbe importação de peixe proveniente de pesca ilegal do Belize, Camboja e Guiné

A União Europeia (UE) vai impor pela primeira vez restrições à importação de peixe proveniente da pesca ilegal em três países. Assim, os Estados-membros vão estar impedidos de importar peixe do Belize, Camboja e Guiné. Adicionalmente, os barcos europeus vão também deixar de poder navegar nas águas destes três países. A imposição depois de a comunidade europeia considerar que o Belize, Camboja e Guiné falharam no combate à pesca ilegal.

Estes três países fazem parte de uma lista de oito nações, identificadas em Novembro de 2012 pela Comissão Europeia, que são acusadas de monitorizarem inadequadamente as suas frotas pesqueiras, não imporem sanções aos praticantes de pesca ilegal e não apresentarem leis para esta situação.

De acordo com a comissária europeia para a Pesca e Assuntos Marítimos, Maria Damanaki, estas medidas “históricas” indicam que a UE deu mais um passo no combate à pesca ilegal. Segundo a comissária, cerca de 11 a 26 milhões de toneladas de peixe são retiradas anualmente do mar de forma ilegal, destruindo os stocks de peixe e causando prejuízos na ordem dos €7.000 milhões a €17.000 milhões.

“Quero que os cidadãos europeus saibam que o peixe que consomem é sustentável, independentemente de onde vem. Estamos a dar passos firmes nessa direcção”, frisou a comissária, citada pelo Business Green. “Espero que esta lista negra sirva de catalisador para o Belize, Camboja e Guiné reforçarem os esforços e trabalharem com a comunidade internacional para acabar com a pesca ilegal”.

Em Novembro de 2013, a Comissão Europeia avisou o Gana, Ilha de Curaçao e Coreia do Sul de que poderiam sofrer de restrições ao comércio se não cooperassem e estabelecessem medidas para acabar com a pesca não regulada.

Foto:  A.Davey / Creative Commons